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| AVUI.
13/11/2000
Deliciosa função ... Proclamo
que me enganchou desde o princípio até
o final ...
Jordi
Jané. |
| LA
VANGUARDIA. 14/11/2000
Sobressalente
para Rocamora com sua proposta "PEQUENOS SUICIDIOS".
Santiago
Fondevila. |
| DIARIO
DE CADIZ. 13/12/2003
Uma
das obras mais originais dos últimos tempos.
Original e surpreendente por sua habilidade para fazer
de algo tão singelo uma obra de grande calado
conceptual.
Javier
Miranda. |
| POETAS
NO SINGULAR. 14/11/2010
As manipulações dos objetos, a iluminação,
a música e a atuação de Carles
Cañellas faz com que o público se afogue
com o comprimido, queime com o fósforo e reflita
sobre a nossa condição de meros hóspedes
no mundo. Um espetáculo brilhante. Um espetáculo
para ser aplaudindo com a alma.
Marco
Vasques. |
| TITERESANTE.
09/02/2012
Três pequenos exorcismos de teatro de objetos
que eu não duvidaria em qualificar, também,
como três pequenos e preciosos estudos filosóficos
sobre o tempo e o espaço.
Toni Rumbau. |
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| PEQUENOS
SUICIDIOS
volta do 25
ao 27 de Maio 2012
ao FITO de
Curitiba (Paraná) Brasil.
Depois do sucesso de público
e crítica obtido em as últimas edições
do itinerante FITO (FESTIVAL
INTERNACIONAL DE TEATRO DE OBJETOS) do Brasil
celebradas em 2010 em as cidades de Belo Horizonte
(Minas Gerais), Florianópolis
(Santa Catarina) e Brasília
(Distrito Federal) e em 2011 Recife
(Pernambuco) e Campo Grande (Mato Grosso
do Sul) |
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apresenta |
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PEQUENOS
SUICIDIOS
(três breves exorcismos de uso quotidiano)
de GYULA MOLNÁR
Recreação
da montagem original de Teatro de Objetos de Gyula
Molnár, que se representa usando uma linguagem
ritual extravagante em o qual o objeto não
se transforma para representar papéis ou
personagens próprias das vicissitudes humanas,
se não que, aceitando ou tentando eludir
sua função objetiva, se representa
a se mesmo com surpreendente dignidade.
Espetáculo
de pequeno formato.
Para jovens ou adultos.
Interior.
DESCRIÇÃO
Espetáculo de pequeno formato para um ator
e quantidade de objetos animados
SONRISAL,
uma tragédia efervescente.
Depois de tentar várias vezes eludir sua natureza
manifesta, um comprimido de Sonrisal acaba em
as marismas de sua própria marginalidade.
PITA
e JÖRG, ardente metamorfose de uma
semente de café e um fósforo.
Pita, brasileira fascinante e encantadora, com
suas extravagancias, faz perder a cabeça
a Jörg, jovem sueco, que se consome de amor
por ela.
O TEMPO,
poesia tragicómica… A propósito
do passo do tempo.
(As caretas em o espelho de uma imagem poética)
ANTECEDENTES
(texto
facilitado por Gyula Molnár a partir de uma
crítica de imprensa)
Para finais dos anos 70 uma expedição
internacional de pioneiros se adentrou em o mundo
dos objetos, então inexplorado, com a intenção
de escavar material e estudar sua natureza. Um membro
da tripulação, que mais que os outros,
creu distinguir em o objetivo desta missão
o possível sujeito de sua vocação,
penetrou a tal ponto em o ignoto, que ficou disperso
entre os próprios escombros. Está
ainda ali, escavando, entre sinais que morrem, formas
que se extinguem. Escava em várias direções
porquê o fundo é suficientemente amplo
como para não ter do tocar sempre em o mesmo
ponto arriscando se repetir. Quando o resto da expedição
emergiu salvando ao mundo um precioso botim, entre
os numerosos achados figuraram também três
fragmentos arqueológicos descobertos e recolhidos
por ele mesmo: a Trilogia de "Piccoli
Suicidi". Estas peças, segundo
as estimativas mais dignas de ser tidas em conta,
provem dos princípios da história
do Teatro de Objetos, e constituem o depoimento
mais claro e básico conhecido até
agora da existência deste género.
APRESENTAÇÃO
Gyula Molnár
nasceu em Budapeste em 1950. Vive em Hungria até
1962, depois irá viver a Baviera. Estuda
em a escola de Belas Artes de Veneza de 1968 a
1973. Exerce o oficio de carpinteiro até
1976. Desde então se dedica somente ao
teatro como autor, ator, diretor e de vez em quando
como desenhista e cenógrafo. Entre suas
obras mais conhecidas estão: "Pequenos
Suicídios", "O Sonámbulo"
e "Gagarin".
"PEQUENOS SUICÍDIOS (três
breves exorcismos de uso quotidiano)"
é uma adaptação e recreação
feita por Carles Cañellas, a
partir da montagem original "PICCOLI SUICIDI
(tre brevi esorcismi d'uso quotidiano)" que
Gyula Molnár criou
e estreou em 1984 e representou por médio
mundo com enorme sucesso. E que apesar do tempo
decorrido, segue sendo uma obra de culto entre
os entendidos. Um capítulo aparte em a
história do Teatro. Esta montagem pertence
ao chamado Teatro de Objetos, que é um
tipo de Teatro de Animação, desenvolvido
desde faz anos e que é passo obrigado para
seguir uma lógica evolução
do Teatro contemporâneo europeu.
Molnár depois de ver
um vídeo de sua versão, escreve
a Cañellas em estes termos:
“Bravíssimo. Emocionante. Estás
esplendido. Sento-me honrado. Obrigado.”
PEQUENOS SUICIDIOS
se representa usando uma linguagem ritual extravagante
em o qual o objeto não se disfarça
nem transforma para representar papéis
ou personagens próprias das vicissitudes
humanas, se não que, aceitando ou tentando
fugir de sua mera função objetiva,
se representa a se mesmo com uma surpreendente
dignidade. O ator não usa os objetos, se
não que lhes ajuda a se expressar. De uma
desnudez e sobriedade que comove e emociona tanto
em sua dramaturgia -de grande nível poético-,
como em sua posta em cena que foge de espetaculares
efeitos técnicos para se centrar em o essencial
do fato teatral.
FICHA
ARTÍSTICA
| Autor
e Codiretor: ..... |
Gyula
Molnár |
| Tradutor,
Adaptador, Codiretor e Ator: ..... |
Carles Cañellas |
| Produção:
..... |
Susanna Rodríguez |
Jordi
Jané. AVUI. 13/11/2000
Deliciosa função ... Proclamo
que me enganchou desde o princípio
até o final ...
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Santiago
Fondevila. LA VANGUARDIA.
14/11/2000
Sobressalente para Rocamora com sua
proposta "Pequenos Suicídios"..
|
Joan-Anton
Benach. LA VANGUARDIA.
22/11/2002
Mais radicalidade, impossível.
O humor e a sensibilidade poética
do duo Molnár-Cañellas
convertem a miniatura em uma grande
mansão povoada de saudáveis
vibrações.
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Javier
Miranda. DIARIO DE CADIZ.
13/12/2003
Uma das obras mais originais dos últimos
tempos. Original e surpreendente por
sua habilidade para fazer de algo tão
singelo uma obra de grande calado conceptual.
|
Marco Vasques.
POETAS NO SINGULAR.
14/11/2010
O amor, a solidão, o abandono,
a morte e o tempo são as temáticas
que permeiam o espetáculo Pequenos
Suicídios. Estamos na verdade
diante de um arauto da delicadeza.
O ator Carles Cañellas é
um mensageiro da delicadeza. Seu espetáculo
é uma adaptação
da montagem original de Gyula Molnár,
que para os especialistas se trata
da primeira montagem de Teatro de
Objetos. O trabalho está dividido
em três atos. Dois suicídios
declarados e um genocídio anunciado.
No primeiro ato um comprimido, brilhantemente
animado, tenta se aproximar de um
grupo de balas. O comprimido chega
mesmo a abandonar sua natureza e vestir
a “roupagem” das balas,
contudo as diferenças são
evidentes. Ao ser hostilizado pelo
grupo de balas ele comete suicídio
se jogando dentro de um copo de água
[ao executar esta cena Cañellas
nos faz lembrar das melhores cenas
com objetos de Buster Keaton e de
Chaplin]. No segundo ato o suicídio
ocorre por conta de um amor não
concretizado entre um fósforo
e um grão de café. Ao
perder seu amor o fósforo se
consome em chamas por não suportar
a ausência de sua amada. O terceiro
ato é uma reflexão sobre
a passagem inexorável do tempo
que traz a metáfora incômoda
de nossa transitoriedade, de nossa
condição de passageiros
no mundo e dos genocídios constantes
tramado pelo tempo. As manipulações
dos objetos, a iluminação,
a música e a atuação
de Carles Cañellas faz com
que o público se afogue com
o comprimido, queime com o fósforo
e reflita sobre a nossa condição
de meros hóspedes no mundo.
Um espetáculo brilhante. Um
espetáculo para ser aplaudindo
com a alma.
|
Ara
- 03/01/2012
|
La
Vanguardia - 06/01/2012
|
El
Punt Avui - 19/02/2012
|
Titeresante
- 01/03/2012
|
Putxinel·li
- 02/03/2012
|
| DURAÇÃO:
..... |
representação:
52'
montagem: 1 hora
desmontagem: 45' |
| ESPAÇO
CÉNICO: ..... |
obscuridade
total / silencio / atmosfera "teatral" / cómoda
visibilidade dos espetadores à superfície
inclinável de uma mesa de 80 x 60cm / a visibilidade
determina também o número ideal de espetadores,
que pode variar desde um mínimo de 7 a um
máximo de 100 em caso de ter uma grada adequada,
ou até 250 se ademais há captação de imagem
com câmara vídeo desde o fundo da sala e tela
grande de TV ou com projetor vídeo no lateral
da cena / a distância mínima entre o público
e a cena: 2m / sem apoio vídeo, a distância
máxima entre a cena e o último espetador é
aquela desde a qual pode ser distinguido um
fósforo de madeira de um grão de café gigante
(1,5cm), sem entrefechar os olhos (entre 10
e 15m) / (medidas mínimas) largo: 4m / fundo:
2,5m / altura: 2,5m |
| ILUMINAÇÃO:
..... |
para
o espaço da mesa e seus arredores usa-se um
lume incandescente de 150 watts pendurado
desde o alto, com tela de papel translúcido
e com regulador incorporado à mesa, de modo
que o próprio ator é quem a manipula. Para
o resto da cena usa-se uma lanterna e também
um lume de mão de 60 watts que leva o ator.
Para a entrada do público ao espaço deve de
ter o mínimo de luz possível e esta sempre
indireta, já que a cena fica alumiada em penumbra
pelo lume da mesa e deve ser evitado que outras
luzes interfiram no ambiente criado em esta.
Em nenhum caso é necessária mais iluminação |
| ELECTRICIDADE:
..... |
conexão
junto a palco / potência 1000w (220 v) |
Esta
recreação de PEQUENOS
SUICIDIOS
tem participado em os Festivais e programações
teatrais:
EL MARIONETARI.
VALÈNCIA
5è FESTIVAL DE TEATRE DE TITELLES.
SANT LLORENÇ SAVALL
XIVè FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRE VISUAL
I DE TITELLES. BARCELONA
CICLE TEATRE PETIT FORMAT. ATENEU
POPULAR DE NOU BARRIS. BARCELONA
SALA BECKETT. BARCELONA
INAUGURAÇÃO DO TEATRO SALA
TRONO. TARRAGONA
XX FESTIVAL INTERNACIONAL "CIUDAD DE CÁDIZ".
CÁDIZ
V MUESTRA DE TÍTERES "CIUDAD DE TERUEL".
TERUEL
8a. FIRA DE TITELLAIRES ROMÀ MARTÍ.
CALDES DE MONTBUI
GUANT 3r FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRE DE
TITELLES DE L’ALT CAMP. VALLS
5º ANIVERSÁRIO DA INAUGURAÇÃO
DO TEATRO SALA TRONO. TARRAGONA
TITEREMURCIA 08. VII FESTIVAL INTERNACIONAL
DE TEATRO DE TÍTERES DE LA REGIÓN DE MURCIA.
MURCIA
XXVI FESTIVAL INTERNACIONAL "CIUDAD DE CÁDIZ".
CÁDIZ
2n CICLE DE TEATRE DE TITELLES PER A JOVES I
ADULTS. CASTELLBISBAL
FITO 2010. FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE
OBJETOS. BELO HORIZONTE. BRASIL
X MUESTRA INTERNACIONAL DE TITERES PARA ADULTOS.
BERGARA
FITO 2010. FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE
OBJETOS. FLORIANÓPOLIS. BRASIL
FITO 2010. FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE
OBJETOS. BRASILIA. BRASIL
FITO 2011. FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE
OBJETOS. RECIFE. BRASIL
2a. SETMANA ROJA DEL TEATRE DE TITELLES.
BARCELONA
FITO 2011. FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO
DE OBJETOS. CAMPO GRANDE. BRASIL
LA SECA. ESPAI ESCÈNIC BROSSA.
BARCELONA
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foto
Jesús Atienza © 2000




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| Em Abril
2012
OLIU,
EL PETIT LLENYATAIRE
(Oliu,
o pequeno lenhador)
representou-se em a Fundació
Miró de Barcelona

um espetáculo de teatro de
bonecos para os mais pequenos... e para seus pais e
mães.
Apresentado já em:
- LA MOSTRA. 21a. FIRA
DE TEATRE INFANTIL I JUVENIL.
IGUALADA
- FIRA DE TITELLAIRES ROMÀ MARTÍ. CALDES
DE MONTBUI
- 15è. FESTIVAL DE TEATRE DE TITELLES. SANT LLORENÇ
SAVALL
- LES DECENNALS DE VALLS |
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